quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Por que a evolução é diferente?

 
Artigo do Evolution News, com o título original Why evolution is different, traduzido por mim.
 
 
 
Porque a evolução é diferente?
Granville Sewell, 2 de setembro de 2014, 5:34 AM
 
No atual debate entre darwinismo e design inteligente, o argumento mais forte levantado pelos darwinistas é este: Em todos os outros campos da ciência o naturalismo tem sido espetacularmente bem sucedido, então por que na biologia evolutiva deveria ser diferente? Mesmo a maioria dos cientistas que duvidam da explicação darwinista para a evolução são confiantes de que a ciência irá, no devido tempo, trazer uma explicação mais plausível. Essa é a maneira como a ciência funciona. Se uma teoria falha, procuramos outra. Por que a evolução seria tão diferente? Muitas pessoas acreditam que os defensores do design inteligente não entendem como a ciência funciona e que são motivados inteiramente por suas crenças religiosas.
 
Bem, não espero mudar a mente de ninguém com a discussão que segue, mas tenho a esperança de que irá ao menos ajudar os críticos do DI a entender porque alguns de nós que compreendem como a ciência normalmente trabalha, e que não são fanáticos religiosos, sentem que a evolução é fundamentalmente diferente de outros problemas científicos e requer uma forma fundamentalmente diferente de lidar.
 
Abaixo está um conjunto de fotos de uma vizinhança em Joplin, Missouri. A primeira foi tirada logo antes do ataque de um tornado em 22 de maio de 2011.
 
 
1. Joplin antes do primeiro tornado
 
 
2. Joplin depois do primeiro tornado
 
Felizmente, outro tornado atacou Joplin poucos dias depois e tornou todo esse entulho de volta em casas e carros, como visto na terceira foto.
 
 
3. Joplin depois do segundo tornado
 
 
Se eu lhe perguntasse por que você não acredita em minha estória sobre o segundo tornado, você poderia dizer que que este tornado parece violar as declarações mais gerais da segunda lei da termodinâmica, tal como “Em um sistema isolado, a direção das mudanças espontâneas são da ordem para a desordem”. A isto eu poderia replicar que Joplin não é uma sistema isolado, que tornados recebem sua energia do sol e que dessa forma o decréscimo da entropia em Joplin causada pelo segundo tornado é facilmente compensado por acréscimos no lado de fora deste sistema aberto. Ou eu poderia argumentar que é também um tanto difícil quantificar o decréscimo na entropia causado pelo segundo tornado, ou poderia dizer simplesmente que não aceito as declarações mais gerais da segunda lei, que a segunda lei da termodinâmica seria aplicável apenas à termodinâmica.
 
Suponha, entretanto, que eu dissesse mais adiante que tenho uma teoria científica que explica como tornados, sob as condições certas, pode realmente tornar entulho de volta em casas e carros. Você duvida de minha teoria? Você ainda sequer a ouviu! Agora tenho outro conjunto de fotos para você, e mais duas estórias. A primeira foto mostra um planeta especial semelhante à Terra, em um certo sistema solar, com aparência de cerca de 4 bilhões de anos atrás. A segunda mostra uma grande cidade no mesmo local cerca de 10.000 anos atrás. Em seu auge, a cidade tinha prédios altos cheios de seres inteligentes, computadores, TVs e celulares. Havia bibliotecas cheias de textos e romances científicos, e aviões a jato aterrissando e decolando em seu aeroporto.
 
 
1. Planeta semelhante à Terra logo depois de formado
 
 
2. Planeta no auge de sua civilização
 
 
Cientistas explicam como a civilização se desenvolveu neste planeta outrora estéril como segue: cerca de 4 bilhões de anos atrás uma coleção de átomos, formada por pura chance, foi capaz de duplicar-se sozinha, e estas complexas coleções de átomos foram capazes de preservar suas estruturas complexas e passá-las a frente aos seus descendentes geração após geração. Ao longo de um grande período de tempo, a acumulação de acidentes genéticos resultou em uma coleção de átomos cada vez mais e mais complexa, e finalmente algo chamado “inteligência” permitiu a algumas dessas coleções de átomos projetar prédios, computadores e TVs, e escrever enciclopédias e textos científicos.
 
Tristemente, alguns anos após a segunda foto, a estrela desse sistema solar explodiu em uma supernova, e todos os seres inteligentes morreram; seus corpos se deterioraram e suas células se decompuseram em simples compostos orgânicos e inorgânicos. A maioria dos prédios tornaram-se imediatamente entulho – os que não, caíram em pedaços com o tempo. A maioria dos computadores e TVs dentro deles foram transformados em pedaços de metal. Mesmo aqueles que não, gradualmente tornaram-se pilhas de pó. A maioria dos livros nas bibliotecas queimaram, o resto apodreceu com o tempo, e o resultado final, muitos anos depois, você pode ver na foto três.
 
 
3. Planeta hoje
 
 
Agora é na primeira estória que é mais difícil de crer. O desenvolvimento da civilização nesse planeta, e o tornado que transformou em escombros casas e carros, ambos parecem violar as afirmações mais gerais da segunda lei, e de uma forma espetacular. Muitas razões pelas quais o desenvolvimento de uma civilização não viola a segunda lei têm sido dadas, mas todas elas podem igualmente ser usadas para argumentar que o segundo tornado não a viola tampouco. Quer dizer, todas exceto uma: há uma teoria sobre como civilizações podem se desenvolver em planetas estéreis a qual é largamente aceita no mundo científico, enquanto não há uma teoria largamente aceita sobre como tornados poderiam transformar escombros em casas e carros.
 
Bem, talvez essa teoria largamente aceita esteja correta, ou talvez uma nova, mais plausível, ainda será encontrada. Minha questão, contudo, àqueles que tratam a evolução como apenas mais um problema científico é esta: você realmente ainda acredita que qualquer um que duvida que a ciência pode explicar o desenvolvimento de vida e de inteligência humana em termos de forças não inteligentes sozinhas simplesmente não entende como a ciência funciona? Você não consegue agora pelo menos entender porque alguns de nós sentimos que a evolução é fundamentalmente diferente e um problema muito mais difícil que outros resolvidos pela ciência, e que requer uma forma fundamentalmente diferente de lidar?
 
Veja meu artigo de 2013 “Entropy and Evolution” [Entropia e Evolução] publicado no periódico BIO-Complexity, ou este vídeo baseado no referido paper, para desenvolvimento deste tópico.
 
 
As fotografias aqui usadas são as mesmas do artigo original. Lá não há citação da fonte ou autor. Imagino que as mesmas sejam de uso livre.
 
 
Procurando na internet pelo nome do autor, Granville Sewells, é possível encontrar mais textos sobre seus argumentos (inclusive contra).
 
 
Etiquetas:
Leis da física - projeto inteligente - artigo científico para download - matemático - violação da segunda/2a lei da termodinâmica
 
 
 
 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Livro: Signature in the Cell

 
Signature in the cell (capa)
 
 
Stephen C. Meyer, um dos arquitetos da Teoria do Design Inteligente, escreveu o livro Signature in the Cell - DNA and the evidence for intelligent design (Assinatura na célula - DNA e a evidência para o design inteligente), onde ele apresenta a informação contida no DNA como evidência para a ideia de que a vida foi projetada.
 
Até o presente momento o livro não possui tradução para o português; porém, pode ser adquirido na versão eletrônica no site brasileiro da Amazon, em inglês, sem ter de esperar vir uma cópia lá dos EUA.
 
Abaixo segue uma descrição da publicação (traduzida por mim) retirada da seção About the book (sobre o livro) do hotsite do livro: www.signatureinthecell.com. Links e textos entre colchetes "[ ]" foram introduzidos por mim.
 
 
Sobre o livro
 
As fundações do materialismo científico estão em processo de desagregação. Em Signature in the Cell, o filósofo da ciência Stephen C. Meyer mostra como o código digital no DNA aponta poderosamente para uma inteligência projetista por trás da origem da vida. O livro será publicado em 23 de junho pela HarperOne [informação da época da publicação, 2009].
 
Diferentemente dos argumentos anteriores para o design inteligente, Signature in the Cell apresenta uma nova conjetura radical e compreensiva, revelando não meramente a evidência de aspectos individuais de complexidade biológica, mas sim um constituinte fundamental do universo: informação. Esta evidência vem crescendo exponencialmente nos anos recentes, conhecida dos cientistas em áreas especializadas, mas largamente ocultada do público. Um teórico e pesquisador treinado na Universidade de Cambridge, diretor do Discovery Institute for Cience and Culture, Dr. Meyer é o primeiro a trazer detalhes relevantes junto com uma poderosa demonstração da inteligência que está além da natureza e que dirige o caminho que a vida tomou.
 
O universo é composto de matéria, energia e da informação que dá ordem à matéria e à energia, o que traz a vida à existência. Na célula, a informação é carregada pelo DNA, que funciona como um programa de computador. A assinatura na célula [signature in the cell, em inglês] é aquela do mestre programador da vida.
 
Em sua teoria da evolução, Charles Darwin nunca procurou elucidar o mistério de onde a informação biológica vem. Para ele, as origens da vida continuaram encobertas em obscuridade impenetrável. Embora o código digital no DNA tenha vindo à luz na década de 1950, somente tempos mais tarde foi que cientistas começaram a perceber as implicações por trás do sistema técnico primorosamente complexo para processamento e armazenamento de informação na célula. A célula faz o que qualquer avançado sistema operacional de computador pode fazer, mas com inconcebivelmente maior flexibilidade e eficiência.
 
Instigado por dados de muitos campos da ciência, Stephen Meyer formula um rigoroso argumento empregando o mesmo método de raciocínio inferencial que Darwin usou. Numa impressionante narrativa com elementos de uma estória de detetives, bem como numa busca pessoal pela verdade, Meyer ilumina o mistério que rodeia as origens do DNA. Ele demostra que todos os esforços científicos anteriores para explicar as origens da informação biológica falharam, e argumenta convincentemente pelo design inteligente como a melhor explicação para o início da vida. Nos capítulos finais, ele defende a teoria do DI de várias objeções e mostra como o design inteligente oferece proveitosas introduções para a pesquisa científica futura.
 
Surgindo neste ano do aniversário de Darwin [2009] – 200º aniversário de Darwin e 150º aniversário da sua publicação A Origem das Espécies – Signature in the Cell só poderia ter sido escrito agora que os dados da nascente era da informação na biologia começou. Meyer compartilha com os leitores a excitação das mais recentes descobertas, à medida que a tecnologia digital trabalhando na célula vai sendo progressivamente revelada. O sistema operacional incorporado no genoma inclui codificação aninhada, processamento digital,  recuperação distributiva e sistemas de armazenamento. É muito extraordinário – a terminologia é toda reconhecida a partir da ciência da computação.
 
O aparecimento de livro de Meyer é oportuno em duas outras formas. Primeiro, escritores ateus “best-sellers”, como o biólogo Richard Dawkins, têm insistido que em razão de Darwin ter enterrado o argumento tradicional de design/projeto na natureza, a crença religiosa tem se mostrado irracional em nossa moderna era da ciência. Meyer revela que, ao contrário, é precisamente nossa moderna era científica que está em processo de enterro das teorias materialistas sobre o desenvolvimento da vida.
 
Segundo, desde que um juiz federal em Dover, Pennsylvania, decretou em 2005 que o design inteligente não pode reivindicar legalmente a designação de “ciência”, o juiz John E. Jones se tornou o herói dos ativistas darwinistas e de seus apoiadores na academia e na mídia. A decisão de Dover tem sido chamada de toque fúnebre dos sinos para o design inteligente. Dificilmente! Falando a partir da mais relevante perspectiva da filosofia da ciência, Meyer responde que aos juízes federais nunca foi dado o trabalho de definir o que é científico e o que não é.
 
Como um filósofo e cientista, tendo trabalhado no campo da geofísica para a Atlantic Richfield, Meyer é capaz de retroceder a partir da briga entre visões competidoras sobre a teoria darwinista e oferecer uma minuciosa e atrativa investigação do início da vida.
 
 
Etiquetas:
Livro eletrônico - ebook/e-book … sobre o design inteligente, a TDI / o DI
 
 
 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Design Inteligente não é Criacionismo

 
[atualizado em 09/set/2014]
 
A seguir a tradução feita por mim do artigo de mesmo título que o do post, encontrado neste link do site do Discovery Institute. Os links para significados de palavras foram inseridos por mim.
 
 
DESIGN INTELIGENTE NÃO É CRIACIONISMO
Por: Stephen C Meyer
The Daily Telegraph (Londres)
09 de fevereiro de 2006

Este artigo foi originalmente publicado no Daily Telegraph (Reino Unido) em 29 de janeiro.

Em 2004, o ilustre filósofo Antony Flew da Universidade de Reading foi notícia em todo o mundo quando repudiou uma longa vida de compromisso com o ateísmo e afirmou a realidade de algum tipo de criador. Flew citou evidência ao design inteligente no DNA e os argumentos dos “teóricos americanos do design [inteligente]” como importantes razões para esta mudança.

Desde então, leitores britânicos tinham aprendido sobre a teoria do design inteligente (DI) principalmente a partir de relatos da mídia sobre as batalhas na corte dos Estados Unidos tratando da legalidade de seu ensino aos estudantes. De acordo com a maioria dos relatos, o DI é uma alternativa “baseada em fé” à evolução, fundamentada unicamente em religião.

Mas esta afirmação é precisa? Como um dos arquitetos da teoria, eu sei que não.

Ao contrário do que dizem os relatos da mídia, o DI não é uma ideia baseada em religião, mas uma teoria científica baseada em evidências sobre as origens da vida. De acordo com os biólogos darwinistas, tal como Richard Dawkins da Universidade de Oxford, sistemas vivos “dão a aparência de terem sido projetados com propósito”.

Porém, para darwinistas modernos, tal aparência de projeto (design) é ilusória porque o processo puramente não dirigido da seleção natural agindo sobre mutações aleatórias é completamente suficiente para produzir as intricadas estruturas “como-que-projetadas” encontradas nos organismos vivos.

Em contraste, o DI sustenta que há aspectos reveladores dos sistemas vivos e do universo que são melhor explicados por uma inteligência projetista. A teoria não desafia a ideia da evolução definida como mudança com o passar do tempo, ou mesmo ancestralidade comum, mas questiona a ideia de Darwin de que a causa da mudança biológica é completamente cega e não dirigida.

Quais sinais de inteligência os defensores do DI veem?

Nos anos recentes, biólogos descobriram um mundo primoroso de nanotecnologia dentro das células vivas – circuitos complexos, grampos deslizantes, turbinas de geração de energia e máquinas em miniatura. Por exemplo, células bacteriológicas são propelidas por engenhos rotatórios chamados de motores flagelares, que giram a 100.000 rpm. Estes motores parecem ter sido projetados por engenheiros, com muitas partes mecânicas distintas (feitas de proteínas), incluindo rotores, estatores, juntas tóricas (juntas em forma de anel), buchas, juntas universais e juntas homocinéticas.

O bioquímico Michael Behe aponta que o motor flagelar depende da função coordenada de 30 partes (proteínas). Remova um destas partes, e o motor rotatório não funcionará. O motor é, nas palavras de Behe, “irredutivelmente complexo”.

Isso cria um problema para o mecanismo darwiniano. A seleção natural preserva ou “seleciona” vantagens funcionais à medida que surgem por mutação aleatória. O motor flagelar não funciona a menos que todas as suas 30 partes estejam presentes. Desta maneira, a seleção natural pode “selecionar” o motor uma vez que ele surja funcionando por completo, mas não pode produzir o motor de um modo darwiniano passo a passo.

A seleção natural apropriadamente constrói sistemas complexos a partir de estruturas mais simples preservando uma série de intermediários, cada qual devendo desempenhar alguma função. No caso do motor flagelar, estruturas intermediárias não desempenham função para que a seleção as preserve. Isto deixa a origem do motor flagelar inexplicada pelo mecanismo (seleção natural) que Darwin propôs para substituir a hipótese de projeto.

Há uma explicação melhor? Baseados em nossa uniforme experiência, sabemos de apenas um tipo de causa que produz sistemas irredutivelmente complexos: inteligência. Sempre que encontramos sistemas complexos – sejam circuitos integrados ou motores de combustão interna – e sabemos como surgiram, invariavelmente uma inteligência projetista desempenhou algum papel ali.

Considere um argumento ainda mais fundamental para o design (projeto). Em 1953, quando Watson e Crick elucidaram a estrutura da molécula de DNA, eles fizeram uma descoberta surpreendente. Cadeias de substâncias químicas precisamente sequenciadas chamadas nucleotídeos, no DNA, armazenam e transmitem as instruções de montagem – a informação – num código digital de quatro caracteres para a construção de moléculas de proteínas das quais a célula necessita para sobreviver. Crick então desenvolveu sua “hipótese da sequência”, na qual as bases químicas no DNA funcionam como letras numa linguagem escrita de símbolos em um código de computador. Como Dawkins notou, “o código de máquina dos genes é sinistramente semelhante ao dos computadores”.

Os aspectos informacionais da célula ao menos aparentam ter sido projetados. No entanto, nenhuma teoria de evolução química não dirigida explicou a origem da informação digital necessária à construção da primeira célula. Por quê? Há simplesmente muita informação na célula a ser explicada somente por eventualidade.

A informação no DNA (e no RNA) também tem desafiado a explicação através de forças de necessidade química. Em outras palavras, seria como dizer que um título de um texto surgiu como resultado da atração química entre a tinta e o papel. Claramente, algo mais participa desse processo.

O DNA funciona como um programa de computador. Sabemos, a partir da experiência, que programas vêm de programadores. Sabemos que informação – seja, digamos, hieróglifos ou sinais de rádio – sempre surge de uma fonte inteligente. Como o pioneiro teórico da informação Henry Quastler observou: “informação habitualmente surge de atividade consciente”. Desta forma, a descoberta de informação digital no DNA provê fortes motivos para inferir que uma inteligência agiu como causa em sua origem.

Deste modo, o DI não é baseado em religião, mas em descobertas científicas e em nossa experiência de causa e efeito, a base de todo raciocínio científico sobre o passado. Diferentemente do criacionismo, o DI é uma inferência a partir da informação biológica.

Todavia, o DI pode prover suporte para crenças teístas. Isto, porém, não é motivo para dispensá-lo. Há sim aqueles que confundem a evidência para a teoria com suas possíveis implicações. Muitos astrofísicos inicialmente rejeitaram a Teoria do Big Bang porque ela parecia apontar para a necessidade de uma causa transcendente para a matéria, espaço e tempo. A ciência, no entanto, acabou aceitando-a porque a evidência a suporta firmemente.

Hoje um preconceito semelhante confronta o DI. Entretanto, esta nova teoria deve ser também avaliada com base na evidência, não em preferências filosóficas. Como o professor Flew advertiu: “Devemos seguir a evidência, aonde quer que ela nos leve”.

Stephen C Meyer editou 'Darwinism, Design and Public Education' (Imprensa da Universidade do Estado de Michigan). Ele tem um PhD em filosofia da ciência pela Universidade de Cambridge e é um associado sênior do Discovery Institute em Seattle.

 
 
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