segunda-feira, 18 de junho de 2018

Livro: Theistic Evolution - A Scientific, Philosophical, and Theological Critique




Sinopse:

Theistic Evolution: A Scientific, Philosophical, and Theological Critique [Evolução Teísta: Uma crítica científica, filosófica e teológica] editado por vários autores, dentre eles J. P. Moreland, Stephen C. Meyer, Ann K. Gauger e Wayne Grudem.

Muitos cristãos proeminentes insistem que a igreja deve ceder à teoria evolutiva contemporânea e, portanto, modificar as ideias bíblicas tradicionais sobre a criação da vida. Eles argumentam que Deus usou – embora de maneira indetectável – mecanismos evolutivos para produzir todas as formas de vida. Apresentando duas dezenas de cientistas altamente credenciados, filósofos e teólogos da Europa e América do Norte, este volume contesta essa proposta, documentando problemas evidentes, lógicos e teológicos com a evolução teísta – tornando-o a crítica mais abrangente da evolução teísta já produzida.


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Ebook / e-book / livro eletrônico - teoria evolucionista teo-evolucionismo (?) - Bíblia, cristianismo e evolução



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Há falha no argumento teleológico para o design?


William Lane Craig comenta o argumento do ajuste fino do universo presente no 4º capítulo do livro Deus, um Delírio, de Richard Dawkins. Note que Dawkins, no início do vídeo, assume que o Deus judaico-cristão é o designer, isto é, ele afirma implicitamente que o DI é criacionismo bíblico.

É tratado o argumento teleológico para o design. Objeção à necessidade de explicação da explicação (do designer), alegada por Dawkins, é apresentada.




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Filosofia da ciência - design inteligente - origem do universo / multiverso - inferência à melhor hípótese / explicação - criacionismo cristão



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Top 10 de problemas científicos com a evolução biológica e química


Top 10 que faz parte de um dos capítulos do livro More than Myth (Mais que Mito), de Casey Luskin. O Discovery Institute os publicou em 10 posts/artigos.

O blog Universo Privilegiado! traduziu os 10, e você encontra o texto introdutório, bem como os links para cada uma das traduções, acessando esse post aqui.

O 11º problema (problema “bônus”), e a lista dos artigos originais, você os acessa em inglês a partir desta página do Discovery Institute.


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Evolucionismo



quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Artigos sobre evolução e DI


Artigos disponíveis na internet:

The Implausibility of Metabolic Cycles on the Prebiotic Earth (A implausibilidade de ciclos metabólicos na Terra pré-biótica) - Leia on line ou baixe o PDF.



Evolucionismo versus planejamento inteligente - Artigo em defesa do evolucionismo - Em PDF

Evolution is Religion – Not Science (Evolução é religião, e não ciência) - Leia on line ou baixe o PDF.

Natural selection as a paradigm of opportunism in biology (Seleção natural como um paradigma de oportunismo em biologia) - Em PDF

Algorithmic Specified Complexity in the Game of Life (Complexidade especificada algorítmica no jogo da vida) - Em PDF


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RNA - criacionismo religioso - informação Shannon/Kolmogorov - cibernética - evolução como um dogma



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Atingindo os "limites" das explicações materialistas – É possível?

 
Artigo do Evolution News and Science Today, com o título original ‘Reaching the “Limits” of Material Explanations – Can It Be Done?’. A tradução original encontrei na página Em Defesa do Design Inteligente, no Facebook, e fiz algumas pequenas alterações.
 
Textos entre colchetes "[ ]" foram introduzidos por mim.
 
 
Atingindo os "limites" das explicações materialistas – É possível?
14 de setembro de 2017, 1:03 PM
 
 
Edge Of The World [xusenru em Pixabay.com]
 

Um correspondente aponta esta declaração de um artigo de 1992 no Journal of Molecular Evolution, "Random Walking - The Game of Science", pelo bioquímico da UCLA, Richard E. Dickerson:
A ciência é um jogo com uma regra definitiva: vejamos até onde e em que medida podemos explicar o comportamento do universo físico e material em termos de causas puramente físicas e materiais, sem invocar o sobrenatural.
Claro, muitos outros escritores disseram coisas semelhantes.

A teoria do design inteligente não "invoca o sobrenatural", mas e sobre essa ideia de que antes de inferir uma causalidade que não seja "física e material", devemos buscar os limites máximos de explicações exclusivamente materialistas?

Bem, pode-se perguntar, quem decide quando chegamos ao limite? Como uma questão prática, com o estabelecimento da ciência, nunca chegamos ao ponto de dizer que estamos justificados em pensar que causas não inteligentes não são suficientes.

Talvez seja porque "chegar ao limite" é logicamente impossível. Não pode ser feito e, portanto, é uma ilusão pensar que se deve tentar fazê-lo antes que se possa inferir legitimamente o design.

A proposição "Existe uma causa natural/material/física para esse padrão ou evento", por ser quantificada existencialmente, não pode ser refutada por qualquer amostra finita de hipóteses naturalistas falhas. Se n hipóteses falharem, n + 1 permanecem para serem testadas. A reivindicação existencial de uma causa natural suficiente, que subscreve [dá suporte] a compreensão naturalista da realidade, não pode ser refutada.

E já que nunca teremos uma amostra finita... Não podemos alcançar o limite.

Então não tente e não se preocupe com isso. As inferências robustas e testáveis de design não dependem de se alcançar impossibilidades lógicas [isto é, de já ter esgotado todas as possíveis explicações naturalistas].
 
 
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Naturalismo - materialismo
 
 
 

sábado, 26 de agosto de 2017

Livro: The First Gene: The Birth of Programming, Messaging and Formal Control

 
 
 
Sinopse:
 
The First Gene: “The Birth of Programming, Messaging and Formal Control” [O Primeiro Gene: “O Nascimento da Programação, envio de Mensagens e do Controle Formal]” editado por David L. Abel.
 
The First Gene é uma antologia de artigos revisados por pares que foca, pela primeira vez, completamente nas seguintes questões científicas difíceis:
  • Como a física e química escreveram as primeiras instruções genéticas?
  • Como poderia um ambiente pré-biótico (pré-vida, inanimado) consistindo em nada além de chance e necessidade ter programado portas lógicas, nós de decisão, configurações alteráveis por chave seletora e informação prescritiva usando um sistema simbólico de códons (três nucleotídeos por unidade/bloco de código)? A tabela de códons é formal, não física. Ela também se mostrou ser conceitualmente ideal.
  • Como a natureza primordial sabia como escrever em códigos de redundância que protegem maximamente a informação?
  • Como mera física codifica e decodifica instruções lineares digitais que não são determinadas por interações físicas?
Toda a vida conhecida é conectada em rede e cibernética. Cibernética é o estudo de vários meios de dirigir, organizar e controlar objetos e eventos rumo à produção de utilidade. As restrições das condições iniciais e as leis físicas são cegas e indiferentes ao sucesso funcional. Apenas controles, e não restrições, dirigem eventos rumo ao objetivo da utilidade (por exemplo, tornar-se vivo ou manter-se vivo). A ciência da origem da vida não pode avançar até que primeiro responda estas questões:
  1. Como programação não física surge da fisicalidade para então estabelecer controle sobre essa fisicalidade?
  2. Como a natureza inanimada deu origem a uma vida formalmente dirigida, linear, digital, baseada em símbolos e cibernética?
  3. Quais são as condições necessárias e suficientes para tornar física e química em controles formais, regulação, organização, engenharia e proezas computacionais?
The First Gene trata diretamente destas questões.
 
 
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Ebook / e-book / livro eletrônico - artigo científico - design inteligente - dúvidas sobre a origem da vida
 
 
 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Livro: A doutrina do pecado original à luz da teoria da evolução

 
 
 
A Doutrina do Pecado Original à luz da Teoria da Evolução - No pensamento de Pierre Teilhard de Chardin y Karl Rahner
 
Sinopse:
 
A doutrina do pecado original tem recebido várias críticas no século XX, especialmente em relação a sua incoerência e incompatibilidade com a antropologia evolucionista. Esta pesquisa dá um breve resumo da base bíblica da doutrina, seu desenvolvimento na tradição e sua definição pelo Magistério, para identificar seus problemas principais em si mesmos e diante da teoria da evolução. A partir dessas dificuldades, o estudo investiga a interpretação do pecado original de Teilhard de Chardin e Karl Rahner, analisando como eles tentam resolver os problemas e continuam fiéis ao testemunho bíblico e aos pontos centrais da doutrina clássica. Atenção é dada ao desenvolvimento de uma antropologia que harmoniza os dados da ciência com a fé cristã. Os dois autores dão contribuições importantes para a teologia cristã. Contudo, o pensamento de Rahner fornece um melhor caminho para esclarecer o pecado original dentro de uma antropologia evolucionista, especialmente sua concepção da situação do pecado, que relaciona os primeiros pecados com o estado do pecado original em todos os seres humanos.
 
O livro não está disponível no Brasil, mas somente na Europa; no entanto, ele é baseado na dissertação de mestrado do padre Joseph Hill, pós-graduação esta desenvolvida no Brasil, na PUC-SP, e seu texto está disponível para download em PDF AQUI.
 
A leitura é provavelmente interessante, em especial, aos adeptos do evolucionismo teísta e/ou teo-evolucionismo.
 
 
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Católico - catolicismo - cristianismo - teologia - Bíblia - trabalho de pós-graduação - doutrina bíblica do pecado / hamartiologia - evolucionismo