Gênesis errou na cronologia do surgimento das plantas?
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| Deus, no terceiro dia da Criação, criando os vegetais (Imagem gerada por IA em Google Whisk) |
por Hugh Ross
4 de fevereiro de 2026
Pergunta: Gênesis errou na cronologia do surgimento das plantas?
Resposta: Se Gênesis 1 é um relato histórico da criação, é natural esperar que a ordem dos eventos também seja cronológica, especialmente considerando que os dias da criação são numerados sequencialmente, com as frases repetidas “e era bom” e “e disse Deus” ao longo do texto. Uma aparente exceção é que as “plantas” aparecem no terceiro dia da criação, com os exemplos citados de “sementes”, "árvores" e "frutos". Essas palavras dão a impressão de que Gênesis 1 afirma que plantas mais complexas surgiram logo após a formação dos continentes, uma afirmação que o registro fóssil estabelecido contradiz. No entanto, o problema reside em algumas traduções da bíblia, e não no texto hebraico bíblico original.
Gênesis 1:11 {Almeida 21} declara: “Produza a terra os vegetais”. A palavra hebraica aqui {traduzida como vegetais}, deshe, é genérica para toda vegetação verde, ou seja, toda vida fotossintética. Anteriormente, essa vida existia nos oceanos. Agora, ela proliferaria nas massas de terra recém-formadas.
Gênesis 1:11 fornece quatro exemplos ou componentes familiares do deshe: zera, eseb, es e peri, que se referem respectivamente a semente, descendente ou embrião; grama, erva, planta ou vegetação; árvore, caule ou celulose; e fruto, alimento ou fonte de energia ou nutriente. Os quatro exemplos/componentes podem não ser uma lista completa.
O registro fóssil anteriormente colocava o aparecimento de animais nos oceanos antes da vegetação nos continentes, enquanto Gênesis 1 afirmava o oposto. Entretanto, em 2009 e 2011, cientistas descobriram evidências isotópicas e, em seguida, fósseis que estabeleceram que a vegetação em massas terrestres precedeu o primeiro aparecimento de animais nos oceanos em pelo menos 600 milhões de anos. Esses avanços científicos fornecem um exemplo dramático de que, quanto mais aprendemos sobre ciência, mais forte se torna a evidência de que a Bíblia é inspirada e inerrante em tudo o que aborda, incluindo história, geografia e ciência.
4 de fevereiro de 2026
Pergunta: Gênesis errou na cronologia do surgimento das plantas?
Resposta: Se Gênesis 1 é um relato histórico da criação, é natural esperar que a ordem dos eventos também seja cronológica, especialmente considerando que os dias da criação são numerados sequencialmente, com as frases repetidas “e era bom” e “e disse Deus” ao longo do texto. Uma aparente exceção é que as “plantas” aparecem no terceiro dia da criação, com os exemplos citados de “sementes”, "árvores" e "frutos". Essas palavras dão a impressão de que Gênesis 1 afirma que plantas mais complexas surgiram logo após a formação dos continentes, uma afirmação que o registro fóssil estabelecido contradiz. No entanto, o problema reside em algumas traduções da bíblia, e não no texto hebraico bíblico original.
Gênesis 1:11 {Almeida 21} declara: “Produza a terra os vegetais”. A palavra hebraica aqui {traduzida como vegetais}, deshe, é genérica para toda vegetação verde, ou seja, toda vida fotossintética. Anteriormente, essa vida existia nos oceanos. Agora, ela proliferaria nas massas de terra recém-formadas.
Gênesis 1:11 fornece quatro exemplos ou componentes familiares do deshe: zera, eseb, es e peri, que se referem respectivamente a semente, descendente ou embrião; grama, erva, planta ou vegetação; árvore, caule ou celulose; e fruto, alimento ou fonte de energia ou nutriente. Os quatro exemplos/componentes podem não ser uma lista completa.
O registro fóssil anteriormente colocava o aparecimento de animais nos oceanos antes da vegetação nos continentes, enquanto Gênesis 1 afirmava o oposto. Entretanto, em 2009 e 2011, cientistas descobriram evidências isotópicas e, em seguida, fósseis que estabeleceram que a vegetação em massas terrestres precedeu o primeiro aparecimento de animais nos oceanos em pelo menos 600 milhões de anos. Esses avanços científicos fornecem um exemplo dramático de que, quanto mais aprendemos sobre ciência, mais forte se torna a evidência de que a Bíblia é inspirada e inerrante em tudo o que aborda, incluindo história, geografia e ciência.
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Traduzido de uma postagem de Hugh Ross em seu perfil no Facebook
Etiquetas:
dúvida cristã - criação de Deus - criação das plantas - criacionismo (progressivo) da Terra velha - inerrância bíblica

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